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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Mais uma editora diz adeus

Pequenas editoras lançam livros que dificilmente despertariam o interesse dos grandes selos, com suas altas tiragens e distribuição eficiente.
Nos últimos anos fui percebendo várias editoras independentes sendo criadas e possibilitando
uma acolhida esperançosa para autores de diversos estilos.
O Brasil tem suas peculiaridades e no setor editorial não poderia ser diferente.
Muitos escritores pipocam em todos os cantos e recantos.
Só no meu bairro posso citar a senhora que publicou suas memórias para vender aos amigos, o poeta que fez uma edição caseira, a moça que pagou para uma editora lançar 500 exemplares abordando um tema místico, etc, etc, etc.
Todo mundo parece ser escritor mas lamentavelmente temos falta de leitores.
Com tristeza, tive conhecimento de mais uma pequena e corajosa editora que encerrou suas atividades e nos últimos meses foi a terceira a fazer isso.
Muitos autores enviando material e poucos leitores adquirindo livros, leva qualquer boa intenção para o fundo do poço.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Gosto dos Homens e Eles Gostam de Mim


Quando percebo segregação em determinados grupos, no meio LGBT ou fora dele, lembro do Clube do Bolinha e Clube da Luluzinha.
Parece resquício infantil essa necessidade de se fechar em núcleos.
O fato de fazer quadrinhos sobre diversidade sexual com uma personagem lésbica, pode sugerir que meu contato no setor seja amplamente feminino mas é exatamente o contrário.
Desenhista, editor, produtor e mais um grande número de apoiadores que conheci ao longo do tempo são homens.
Tenho facilidade para trabalhar e interagir, independente da orientação sexual deles.
Sei de lésbicas que não gostam de conviver com homens em seu cotidiano e gays que afirmam não gostar da companhia de mulheres, seja no âmbito social ou profissional.
Felizmente é uma minoria porém expõe a dificuldade das relações humanas até mesmo entre pessoas que precisam se unir para o enfrentamento da homofobia.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Como vc se sairia dessas situações?

1 - Já no interior de um grande evento, com stands ofertando produtos por um preço imbatível,  você descobre  que um problema  afetou o local, impossibilitando o pagamento pelo cartão (maquininha).
Detalhe: não existem caixas eletrônicos disponíveis em qualquer parte do  pavilhão.
 
2 - O delicioso almoço, servido no badalado restaurante chileno,  ficou indigesto para muitos quando a funcionária do caixa colou uma folha com a seguinte frase: Sem sistema. Pagamento só em dinheiro.
O que se viu a seguir foi um alvoroço. Fila diante do caixa, gente levando a maquininha até a janela para ver se do lado de fora  funcionava, outros perguntando aos garçons qual a agência bancária mais próxima e pessoas vasculhando bolsas em busca do chamado dinheiro vivo.
 
3 - Um local movimentado e tradicional da capital paulistana, é conhecido por oferecer pratos tentadores mas com um detalhe, descrito em letras garrafais na entrada: Não trabalhamos com cartões.  Muitos comentam até quando resistirão a modernidade dos pagamentos com "dinheiro plástico" mas a casa atravessa décadas, está sempre cheia e quem chega sem dinheiro tem que dar meia volta  sair de fininho.rs
 
Pois é. Levar um dinheirinho no bolso pode ser a salvação como nos casos acima.
 
 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Foi bom pra você?

 

Avaliando profissionalmente o ano de 2014, tenho uma conclusão exaustiva mas positiva.
 
Nunca participei de tantos eventos.
Além de mostrar meu trabalho em parceria com o Ronaldo Mendes, me senti impulsionada a divulgar ao máximo a revista "Picles- Mulherada!".
 
 
No que se refere a personagem Katita, tive um apoio imenso do produtor Rogério de Oliveira do Casarão Brasil (http://www.casaraobrasil.org.br/) que organizou a exposição comemorando 19 anos da personagem, na Biblioteca de São Paulo(http://bibliotecadesaopaulo.org.br/), captando o apoio necessário para tal realização.

O final do ano é oportuno para todos nós: uma análise do que passou e uma expectativa do que virá.
Eu almejo um ano mais tranquilo, o que não significa inércia.
Analise seu ano também, seja na esfera pessoal ou profissional. O ano que 2015 pode ser o melhor ano da sua vida.
Esse ano foi bom para você?
Independente da resposta, o ano que vem será melhor.
Acredite. 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Esvaziando os armários e o face

É sempre assim.
Quando o final de ano se aproxima, sinto  necessidade de me aliviar dos excessos para   começar o ano seguinte mais leve.
Abro os armários  e avalio tudo: roupas e sapatos desnecessários,  são retirados para doação.

Neste ano também tenho feito uma avaliação no mundo virtual.

Na euforia inicial do facebook, fui adicionando meio mundo e cheguei a um número elevado de "amigos". O resultado foi uma avalanche de grupos, convites para eventos e  jogos.
 Optando pelos que seriam excluídos, percebi que não tinha a mínima ideia de quem eram centenas de pessoas ou não havia interação alguma. Outros  tinham apenas  postagens antigas em seus murais
Entendi perfeitamente a frase comum na rede: boa parte dos amigos do face são apenas enfeite.
Para piorar, notei que excluir leva mais tempo do que eu podia imaginar já que é preciso observar um por um. 
Assim sendo, ainda não consegui diminuir para os três dígitos sonhados.
Provavelmente muita gente está na mesma situação: diminuindo os excessos e objetos banais para começar 2015 com o slogan: Menos é mais.