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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Pererecas Unidas Jamais Serão Venidas

A tão divulgada rivalidade feminina deve ficar em segundo plano quando o assunto é conquistar direitos.
A união faz a força e isso não é sinônimo de inimizade com os homens.
Alias, é bom salientar que muitos homens lutam mais pelos diretos femininos do que certas mulheres que por razões diversas cruzam os braços ou deixam tudo apenas no plano das palavras e não das ações.
Isso seria algo a se compreender em países onde a mulher não tem sequer o direito de sair de casa sozinha, trabalhar, estudar, enfim...em locais onde elas vivem como prisioneiras da família, dos maridos e da sociedade.
Aqui, mesmo com um machismo enraizado na sociedade, depois de grandes lutas a mulher conseguiu o direito ao voto e outras conquistas das quais desfrutamos hoje.
No entanto, tudo ainda é pouco diante dos grandes desafios e barreiras para que a mulher não seja tratada como cidadã de segunda classe no trabalho, na família e na sociedade em geral. 

terça-feira, 17 de maio de 2016

Beliza Buzollo e Willian Ponciano presentes no cafofo

Beliza Buzollo  une ousadia, criatividade e inteligência.
Observar seus quadrinhos na página Na Ponta Da Língua  é a constatação de há que vigor e sangue novo na temática LGBT.
A maneira com que ela aborda questões delicados nessa sociedade machista é um sopro de esperança.



https://www.facebook.com/Na-Ponta-da-L%C3%ADngua-1545758632382885/?ref=ts&fref=ts



Willian Ponciano preenche um espaço importante nos quadrinhos gays que carecem de personagens
e autores. Ainda são poucos os representantes nacionais de destaque nesse segmento.
Seus trabalhos são diretos e despertam interesse.
Vale uma visita na página do personagem Vilser.

https://www.facebook.com/vilser.vaittim?fref=ts

Beliza e Willian são os destaques de hoje do cafofo e preparam-se para a tarde de autógrafos do
zine Divertida Diversidade.
Eu e Sílvia Sakuma também estamos nessa parada.






quarta-feira, 11 de maio de 2016

Silvia Sakuma: a arte dos detalhes

Com uma simples caneta BIC, ela consegue fazer trabalhos admiráveis como esta arte do  ator Johnny Deep.
Seu primeiro desenho, em 2014, foi Salvador Dalí que ela executou do começo ao fim com a caneta!          Não fez rascunho.
 
Sem a necessidade de recursos digitais, cores ou materiais diversos, Sílvia
comprova que a arte pode ser construída com técnicas básicas, desde que o talento seja evidente.
Atenta aos detalhes, ela também consegue proezas como fazer esculturas em giz de cera. 
Nos quadrinhos, Silvia Sakuma é criadora da personagem lésbica Kiss, criada em 2005 e tem
uma página no facebook:
https://www.facebook.com/tirinhasdakiss/?ref=ts&fref=ts 

Kiss, antes digital e hoje feita com caneta, retrata acontecimentos de uma lésbica  masculina.


Ela é uma das autoras do zine Divertida Diversidade e o destaque de hoje do cafofo.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Fanzine Desaconselhável Para as Recatadas do Lar

Quem conhece pelo menos parte do circuito dos fanzines, sabe o quanto é pequeno o segmento LGBT.

Zines são publicações independentes, com baixa tiragem e baratos em relação as outras publicações.
Nos últimos anos, observa-se aumento expressivo de feiras de independentes repletas de zines com os mais variados temas mas a diversidade sexual é  pouco abordada.
Divertida Diversidade é uma exceção e será lançado em São Paulo no final do mês mas tem tudo para despertar interesse em pessoas do Brasil inteiro.
São 4 autores(Anita, Beliza, Sílvia e Vilser) mostrando 4 trabalhos cada. 
No meu caso, conto com o traço de Ronaldo Mendes.
Publicação bem humorada e sem censura pois cada autor mostra sua arte livremente, enfocando a diversidade sexual.
Fica a torcida para que seja  o início de uma longa lista de novos fanzines com temática LGBT.
O assunto merece.
Conhecer é uma maneira eficaz de encarar a sexualidade diversa como algo comum e não um bicho de sete cabeças.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Mais que um livro, uma semente de esperança.

Como diz o ditado: O bem não faz barulho.
Sim, o bem não precisa gritar e atua silenciosamente em ações que não fazem alarde.
A professora Anita, honrando e enobrecendo a profissão, saiu dos limites da sala de aula. 
Voluntariamente visitava um presídio feminino para oferecer seu tempo e dedicação, através da literatura e poesia.
Assim conheceu Patrícia Cândido que  descobriu através da poesia, a liberdade dos sonhos e esperança, mesmo vivendo temporariamente dentro dos limites do presídio.
Ao sair, começou a frequentar o Sarau Suburbano, organizado por Alessandro Buzzo e não parou por aí.
Ao lado da filha Dandara, criou o próprio sarau nas dependências de sua casa.
O nome sugestivo, Sarau Portas Abertas, mostra a essência: não há trancas, não há seleção de convidados, é só chegar que o aconchego poético é garantido.
Ganhando notoriedade, foi divulgado pela imprensa e hoje tem um fruto valioso, a Antologia Sarau Portas Abertas.

Quando meu exemplar chegou pelo correio, eu sabia que receberia mais que um livro poético mas o registro emocionante de quem usa a poesia como ferramenta amorosa para transformar a vida das pessoas, independente de idade.
Basta ter sensibilidade.  
A cada página lida, seja com depoimentos ou versos, eu confirmava a importância da publicação.
Minha xará Anita plantou algo tão bonito no coração da Patrícia Cândido que se transformou em uma árvore do bem.
Dandara, filha e companheira das batalhas da mãe, também colabora para o crescimento dessa árvore que oferece  amor e poesia.
Para adquirir o livro, ir ao sarau ou simplesmente dar um salve, os contatos estão abaixo:
Facebook: sarauportasabertas@gmail.com
e-mail: patriciaoliveiracandido@yahoo.com.br