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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Documentário sobre Rodolfo Zalla





Rodolfo Zalla é um nome respeitado e reverenciado no quadrinho nacional.
Nasceu na Argentina em 1931 e veio para o Brasil em 1963, onde seu trabalho teve ótima acolhida em diversas vertentes.
Com o passar do tempo, o mercado editorial brasileiro se modificou e Zalla se adaptou.
Na década de 80 fundou sua editora, a D-Arte, com títulos de sucesso como Mestres do Terror e Calafrio


Ele é atuante e versátil; podemos ver sua arte em quadrinhos com Chico Xavier ou com o ex presidente Lula.
Alguém precisava fazer um documentário sobre ele e Marcio Baraldi  fez.

    











O próprio Zalla conta sua trajetória, diversas publicações são mostradas e uma frase dita por ele, evidencia seu amor pelo trabalho:  

                                    "Desenhista mesmo, tem nanquim na veia e no sangue".

                       O dvd é vendido pela Comix e o preço é convidativo (R$15,00).
                  http://www.comix.com.br/advanced_search_result.php?keywords=ao+mestre+com+carinho&x=28&y=13

Baraldi e o Mestre

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Andy Warhol

Polêmico, provocante e muito à frente de seu tempo.
Andy Warhol nasceu em 1928, formou-se em design e trabalhou como ilustrador em diferentes revistas americanas. Fez sua primeira exposição em 1952 e nos anos 60, reinventou a pop art utilizando conceitos da publicidade em suas obras, cores fortes, temas do cotidiano, artigos de consumo e rostos conhecidos. 
A mostra Superfície Polaroides, em cartaz no MIS, comemora 25 anos da morte do artista multimídia e reúne 300 fotos realizadas nas décadas de 70 e 80 com máquina polaroid, retratando personalidades como Elvis Presley, Mick Jagger, John Lennon e Schwarzenegger; espaços interiores e objetos que mostram traços da estética pop e da cultura da superficialidade.
Já preconizava Andy Warhol: "No futuro toda a gente será famosa durante quinze minutos".


http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&op=programacao_interna&id_event=973


http://www.warholfoundation.org/            

terça-feira, 19 de junho de 2012

Faça amor com quem ama

O baú do cafofo tem preciosidades.
O cartão abaixo mostra as personagens Maria e Pombinha.
O autor, Henrique Magalhães, diz tudo na frase que muitos não aceitam, calcados na religião e na "moral", empunhando bandeiras dizendo que o amor tem regras pré estabelecidas.




segunda-feira, 18 de junho de 2012

Seus ouvidos não merecem isso

O carro que passa tocando música de qualidade duvidosa, com som capaz de ativar alarmes de carros próximos, é um exemplo dos inconvenientes causados pelo barulho alheio.
Vizinhos das igrejas cujos cultos são feitos aos berros, reclamam da paz perdida e do desrespeito a que são submetidos.
Nos cinemas é irritante a conversa alta atrapalhando o entendimento do filme de quem quer assistir , bem como a pessoa que adora fazer faxina em casa, com som no último volume.
Quem mora em regiões de barzinhos e casas noturnas, precisa recorrer as janelas que diminuem a intensidade do barulho e isso vale também para quem reside em ruas movimentadas.
Dizem que os três tesouros da era moderna são: TEMPO, ESPAÇO E SILÊNCIO.
No assunto desse post, silêncio está cada vez mais difícil e seus ouvidos não merecem as agressões sonoras recebidas.
Será que está na hora de usar um protetor auricular?

domingo, 17 de junho de 2012

Igrejas para a Diversidade

Se a orientação sexual afasta certas pessoas das igrejas tradicionais, existe acolhida em outras denominações.
A Igreja Anglicana tem um histórico de aceitação mesmo diante de alguns conservadores religiosos:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Homossexualidade_e_anglicanismo

Na semana que antecedeu a Parada LGBT de São Paulo, em vários eventos,  pessoas distribuiam folhetos de algumas denominações evangélicas direcionadas à comunidade LGBT.
O cafofo mostra o link de duas igrejas cujos folhetos tinham algo em comum:
a afirmação de que Deus não faz acepção de pessoas
(Atos 18:34 e Romanos 2:11).
Segundo esta afirmação, para Deus, somos todos iguais e a orientação sexual não classifica alguém como inferior e merecedor de punições.